
Gastos do governo somam R$ 284 bilhões em ano eleitoral e acendem alerta no mercado
Ano eleitoral turbina despesas públicas e reacende debate sobre uso da máquina para reeleição.

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Ano eleitoral turbina despesas públicas e reacende debate sobre uso da máquina para reeleição.

Pesquisa Futura Inteligência aponta virada no 2º turno e acende alerta para gestores de crédito privado.

Novo corte dos juros abre espaço para empresas reverem passivos, mas especialista alerta que renegociar todos os contratos pode não ser vantajoso; indexador, prazo e custo de saída devem orientar decisão.

A poucos dias do primeiro turno das eleições, o governo eleva o piso do Bolsa Família e reabre o debate sobre disciplina fiscal, com efeitos diretos sobre o apetite ao risco no mercado de crédito privado.

Com empresas pressionadas por liquidez e dívidas, ativos chegam ao mercado com desconto; volume financeiro de fusões e aquisições no Brasil subiu 22% no primeiro semestre.

Prazo de habilitação corre até 2028, mas decisão recente do Carf sobre incentivos de Goiás mostra que documentar a "onerosidade" do benefício virou o novo campo de batalha fiscal.

Divergência entre Copom e Fed define o humor do mercado brasileiro nesta quinta-feira.

Há contraste entre o recorde histórico do mercado de capitais brasileiro e a escassez de recursos no setor rural; especialista André Rocha aponta alternativas como Sale & Leaseback Rural e novas estruturas de garantias.

A busca por crédito corporativo cresce mesmo entre empresas com caixa robusto, e o motivo revela uma mudança na forma como companhias brasileiras pensam sua estrutura de capital.

Quando as buscas tradicionais falham, o Judiciário mira nos elos da cadeia de pagamentos.

Enquanto o volume total de captações perde força, fundos ligados a recebíveis avançam e redesenham o mapa do financiamento corporativo brasileiro.

Um estudo da XP com o Insper reabre uma discussão que incomoda quem vive de renda fixa: o CDI, usado como régua de quase todo produto de crédito no Brasil, talvez não seja o ativo livre de risco que o mercado supõe.