
Musk promete ação da SpaceX a cada criança dos EUA e reacende debate sobre ativos privados
Ativos privados no centro do debate.
47 artigos nesta editoria.

Ativos privados no centro do debate.

Megafusão de mídia expõe como alavancagem e geração de caixa definem o preço do crédito em grandes reestruturações.

O mercado volta a pagar por tese de longo prazo, e o maior IPO da história mostra quanto isso pesa no preço.

Argentina vende cidadania para financiar o Tesouro e coloca a busca por liquidez soberana no centro do debate.

A expansão do Nubank para os Estados Unidos reacende o debate sobre como as fintechs latino-americanas financiam seu crescimento, e o que isso significa para quem estrutura e investe em FIDCs no Brasil.

Condenação na Suíça reacende debate sobre governança na captação de capital institucional, tema que também pressiona gestores de crédito privado no Brasil.

Banco americano revisa projeção de Selic para baixo e reacende o debate sobre o custo do capital no crédito privado brasileiro.

A Banca Monte dei Paschi di Siena, fundada em 1472 e considerada o banco mais antigo do mundo em operação contínua, vive um dos períodos mais turbulentos de sua história recente.

O JP Morgan anunciou parceria comercial e financeira com o Miami Heat, da NBA, em acordo estimado em US$ 8 milhões por ano. O movimento reforça a disputa por clientela de alta renda na Flórida, região onde Itaú, Nubank, Banco Inter, BTG e Bradesco também vêm ampliando presença nos últimos anos.

Aswath Damodaran, professor da Universidade de Nova York e uma das maiores referências mundiais em "valuation" (técnica de atribuir preço às empresas), afirmou em entrevista ao jornal Valor que o Nubank se beneficiou de uma abordagem regulatória mais branda em relação às fintechs para crescer no mercado bancário brasileiro.

O Bank of America, com US$ 436 bilhões em ativos, revelou que destina US$ 250 milhões anuais à cobertura de medicamentos GLP-1 para seus funcionários, valor inserido dentro de um pacote total de saúde corporativa de US$ 2 bilhões por ano. Para o CEO Brian Moynihan, o retorno em bem-estar e redução de problemas cardíacos justifica o investimento, mesmo em um momento em que outras grandes empresas americanas recuam da cobertura desse tipo de tratamento.

Daniel Ortega, no poder desde 2007, afirmou neste domingo (19) que não haverá mais eleições no país, medida que consolida o fim da alternância política e reforça um padrão de instabilidade institucional que investidores em crédito e ativos latino-americanos já monitoram de perto.