
Durigan nega preconceito fiscal do mercado, mas crédito privado já precifica o risco
Enquanto o governo rebate a leitura do mercado sobre as contas públicas, o crédito privado segue exigindo prêmios cada vez maiores para financiar o risco Brasil.

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Enquanto o governo rebate a leitura do mercado sobre as contas públicas, o crédito privado segue exigindo prêmios cada vez maiores para financiar o risco Brasil.

BTG Pactual sai do papel de banco de investimento tradicional e entra na disputa por pagamentos, mirando um mercado que hoje passa quase integralmente por boletos, duplicatas e TEDs entre empresas.

Custos em alta, dívida recorde no radar da CMN e risco climático elevado pressionam a qualidade dos recebíveis que sustentam FIDCs e Fiagros do agronegócio.

Rede com mais de 40 anos de história no interior fluminense entra na Justiça com passivo de R$ 256 milhões e reacende o debate sobre exposição de FIDCs a recebíveis do varejo regional.

Com quase 84 milhões de brasileiros inadimplentes, discussão sobre concessão de empréstimos passa pelo papel das instituições em prevenção de novas dívidas.

Enquanto a Selic recua ao longo de 2026, o mercado de recebíveis mostra que seu apelo vai muito além do CDI alto

Duas anos depois de publicada, a Resolução CMN 5.159 volta ao radar dos gestores de FIDC à medida que o mercado de recebíveis bate recorde de patrimônio.

Diante do calote recorde no campo, bancos deixam de tratar a fazenda como garantia de última instância e passam a estruturar operações para tomar posse direta do imóvel rural.

Enquanto a indústria de FIDCs caminha para o marco de R$ 1 trilhão em patrimônio, um fundo ligado ao Grupo IOX entrega, em base anual, retorno equivalente a quase 20% ao ano.

Empresa de R$ 100 de capital social virou peça central para simular bilhões em créditos consignados e movimentar recursos entre Banco Master e BRB.

Expansão dos fundos de direitos creditórios acompanha mudança na estrutura de financiamento das empresas e exige atenção à qualidade dos ativos, governança e liquidez.

Depois de mais de três anos sob supervisão judicial, distribuidora conclui reestruturação de R$ 10 bilhões e reabre acesso ao mercado de crédito.