
Clima extremo eleva risco de crédito e seguro no agronegócio brasileiro
Secas mais longas, chuvas excessivas e alterações persistentes nos padrões de temperatura estão deixando o crédito rural mais caro e mais seletivo no Brasil. Na outra ponta, a oferta limitada de seguros adequados retroalimenta a turbulência no fluxo de caixa dos produtores, um cenário que também acende um alerta para gestores de FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) e fundos de crédito privado com exposição ao agronegócio.












