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IBOV171.006-2.68%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026S&P 5007.744+0.28%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026NASDAQ26.550+0.27%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026DOW52.475+0.19%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026PETR4R$ 52,51-0.53%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026VALE3R$ 61,38-2.57%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026ITUB4R$ 39,78-3.42%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026MGLU3R$ 5,22-9.22%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026BBDC4R$ 14,68-6.68%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026BBAS3R$ 16,79-3.39%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026SANB11R$ 24,35-5.88%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026B3SA3R$ 14,69-4.61%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026ABEV3R$ 15,22-2.25%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026WEGE3R$ 47,20+2.25%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026ITSA4R$ 12,91-3.15%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026PRIO3R$ 71,70+1.80%preço de fechamento do pregão de 28 de outubro de 2026DÓLARR$ 5,36+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00EUROR$ 5,98+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00LIBRAR$ 7,13+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00PESO ARR$ 0,00+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00IENER$ 0,03+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00YUANR$ 0,80+0.00%preço lido em 30/10/2026 às 10:00BITCOINR$ 420.428-1.68%preço lido em 30/10/2026 às 10:00ETHR$ 12.128-2.24%preço lido em 30/10/2026 às 10:00SOLR$ 526-2.09%preço lido em 30/10/2026 às 10:00XRPR$ 6,77-1.69%preço lido em 30/10/2026 às 10:00ADAR$ 1,05-2.39%preço lido em 30/10/2026 às 10:00

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FecomercioSP defende adiar a cobrança da Reforma Tributária para 2028

Prazo da CBS, do IBS e do Imposto Seletivo entra em debate e pode afetar o caixa das empresas que originam crédito privado.

FIDC NEWSFIDC NEWS 3 min de leituraSem comentários

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A FecomercioSP propõe que o início da cobrança da CBS, do IBS e do Imposto Seletivo (IS), hoje previsto para 2027, seja empurrado para 2028. A federação argumenta que o calendário atual não dá segurança jurídica nem viabilidade operacional às empresas. Para quem trabalha com FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) e crédito privado, o tema importa porque a transição mexe com faturamento, emissão de notas e fluxo de caixa dos cedentes.

Contexto: a transição que se aproxima

A Reforma Tributária substitui tributos atuais por um novo sistema de tributação sobre o consumo. Esse sistema tem a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o Imposto Seletivo. O início da cobrança está previsto para 2027, e é a partir daí que as empresas passam a operar sob as novas regras.

O debate sobre o prazo é conduzido pelo Conselho de Assuntos Tributários da FecomercioSP. A entidade integra ainda um manifesto de 15 entidades, liderado pela União Nacional das Entidades do Comércio e dos Serviços (Unecs), que pede o adiamento do período de testes da reforma.

O que a FecomercioSP propõe

A federação apresenta três medidas. A primeira é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), com ajustes na legislação complementar, para postergar a cobrança e reorganizar os marcos de substituição dos tributos atuais. A segunda é realizar testes durante 2027 sem recolhimento efetivo de IBS e CBS, incluindo a simulação do split payment e de outras integrações, para validar o ciclo completo das operações. A terceira é divulgar um cronograma público sobre a disponibilidade dos sistemas, as especificações técnicas e as normas operacionais, com antecedência suficiente e sem penalidades por falhas detectadas nos testes.

O split payment é o mecanismo que divide o pagamento entre o valor devido ao fornecedor e o tributo. Como ele não estará disponível no início de 2027, ganha importância o Recolhimento pelo Adquirente (RAD), cujos procedimentos ainda precisam ser esclarecidos.

Os gargalos apontados

Segundo a entidade, as empresas enfrentam revisões frequentes de especificações, falta de ambientes de homologação e de APIs, problemas de padronização da NFS-e e restrições de acesso à apuração assistida. Há também incerteza sobre o custo da transição: o Tribunal de Contas da União (TCU) calculou em 11,3% a alíquota de referência da CBS, acima dos 9,21% estimados pelo Ministério da Fazenda. A alíquota ainda depende de aprovação do Senado.

Além disso, o Executivo ainda não enviou o projeto de lei ordinária que definirá as alíquotas do IS e as regras de cobrança. Para a FecomercioSP, isso dificulta a formação de preços e o planejamento das empresas.

Análise: o que isso significa para FIDCs e crédito privado

Esta é uma leitura editorial do FIDCNEWS. Para a federação, a entrada em vigor nas condições atuais pode causar falhas na emissão de notas, interrupções de faturamento e divergências em créditos, com impacto sobre o capital de giro, sobretudo das micro e pequenas empresas.

Esse risco chega ao mercado de crédito. Em operações de recebíveis, a nota fiscal costuma ser a base documental do direito creditório cedido. Falhas na emissão ou no faturamento podem atrasar a formação desses créditos. Já a pressão sobre o capital de giro pode elevar a demanda por antecipação de recebíveis, o que tende a aumentar o interesse por estruturas como os FIDCs. Em contrapartida, aumenta a necessidade de atenção do gestor a originadores e cedentes mais expostos à transição. Ao analisar a carteira, vale observar a capacidade operacional dos cedentes de se adaptarem aos novos sistemas e a clareza da documentação dos créditos.

Perspectivas: o que monitorar

O primeiro ponto a acompanhar é se o Congresso levará adiante a proposta de PEC. O segundo é a votação da alíquota de referência no Senado, que definirá o tamanho da conta. O terceiro é o envio, pelo Executivo, do projeto de lei ordinária sobre o IS e as regras de cobrança. Por fim, o esclarecimento dos procedimentos do RAD será decisivo para o caixa das empresas no primeiro ano de transição. O mercado de crédito privado deve acompanhar cada etapa, porque o calendário define o quanto os cedentes estarão preparados quando a cobrança começar.


Fontes: FecomercioSP, “Adiamento para 2028 é fundamental para a segurança jurídica e a viabilidade operacional da Reforma Tributária” (29/10/2026), https://fecomercio.com.br/brasil/adiamento-para-2028-e-fundamental-para-a-seguranca-juridica-e-a-viabilidade-operacional-da-reforma-tributaria/

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