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Crédito privado

247 artigos nesta editoria.

Crédito privado

Freio no crédito em 2026 acende alerta para FIDCs rumo a 2027

A combinação de juros elevados, inadimplência recorde e menor apetite dos bancos para conceder crédito colocou o mercado financeiro brasileiro diante de um dilema para 2027. Ainda não há consenso sobre recessão, mas o consenso sobre desaceleração é praticamente unânime, e isso tem implicações diretas para quem estrutura e investe em FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), veículo cuja rentabilidade depende justamente da qualidade dos recebíveis que compõem sua carteira.

Agronegócio

Clima extremo eleva risco de crédito e seguro no agronegócio brasileiro

Secas mais longas, chuvas excessivas e alterações persistentes nos padrões de temperatura estão deixando o crédito rural mais caro e mais seletivo no Brasil. Na outra ponta, a oferta limitada de seguros adequados retroalimenta a turbulência no fluxo de caixa dos produtores, um cenário que também acende um alerta para gestores de FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) e fundos de crédito privado com exposição ao agronegócio.

Agronegócio

Alta de commodities agrícolas reacende expectativa sobre risco de crédito no agro

Depois de um ciclo de quase três anos marcado por preços deprimidos, custeio caro e produtores endividados, o agronegócio brasileiro começa a mostrar sinais de recuperação. A melhora nos preços de commodities como soja e açúcar tem mudado o humor de executivos do setor e reacende, para o mercado de crédito privado, uma pergunta relevante: o que essa virada representa para o risco das carteiras de FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) expostas ao agro.

Crédito privado

Eneva antecipa R$ 3 bilhões em recebíveis para financiar expansão

A Eneva estruturou uma operação de cessão de recebíveis que antecipa R$ 3 bilhões em direitos creditórios ligados a contratos de comercialização de energia da usina Porto de Sergipe I. O valor será direcionado a novos projetos da companhia, entre eles os contratos vencidos no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026, em um movimento que reforça o papel do mercado de crédito estruturado no financiamento do setor elétrico brasileiro.