Peak Invest prevê dobrar carteira de crédito consignado com foco na gestão interna e robustez nos controles e dados

Reestruturação inclui expansão para o mercado institucional, investimentos em tecnologia, compliance e integração com gestoras parceiras
São Paulo, julho de 2026 - A Peak Invest, primeira instituição financeira do país especializada em investimentos no mercado de consignado público, projeta dobrar sua carteira de crédito e alcançar R$ 2 bilhões em operações até o fim de 2026. O avanço é impulsionado pela projeção de dobrar a atual originação, que gira em torno de R$ 50 milhões mensais, e pelo histórico acumulado de cerca de R$ 1 bilhão desde a fundação, distribuído a mais de 50 mil tomadores.
A empresa decidiu expandir os esforços no mercado institucional, atuando em parceria com gestoras e investidores de grande porte, em movimento que oferece ganho de escala à esteira de crédito. Além disso, a empresa anunciou Diego Silva como vice-presidente do grupo. Diego é o responsável pela vertical dedicada aos institucionais, e em breve deve fazer parte da estrutura acionária da empresa.
“Nossa esteira de originação cresceu e, como reflexo disso, passamos a concentrar nossa operação nos grandes investidores institucionais no ano passado”. Segundo Diego Silva, o reposicionamento permite maior previsibilidade e velocidade na alocação. “A migração para o mercado institucional era um passo natural para sustentar o crescimento da originação”.
A expansão vem acompanhada de investimentos em tecnologia, compliance e governança, que permitem padronizar e personalizar processos e administrar cotas conforme as necessidades das gestoras parceiras. Para manter o alinhamento com parceiros como Riza Asset, Exa Capital e Sinai Capital, a Peak segue participando das operações como cotista subordinada júnior. Os mecanismos antifraude também passam por atualizações contínuas, alinhadas ao novo estágio institucional da companhia.
“Nossos processos de controle financeiro são extremamente rigorosos e vêm sendo altamente aprimorados em nosso novo momento institucional. Hoje, operamos pulverizando o risco em convênios estaduais, municipais e federal, com mais de 60 credenciamentos”, afirma Diego. Toda a conciliação de repasses feitos pelos órgãos públicos, cobranças e baixas é feita mensalmente, garantindo máxima proteção, confiabilidade e fluxo transparente aos credores.
Hoje, o modelo operacional da Peak é composto principalmente por meio de FIDCs, que adquirem as CCBs originadas a partir dos empréstimos concedidos pela Instituição. Para a estruturação de novos fundos, o patrimônio líquido mínimo considerado viável gira em torno de R$ 100 milhões, com expectativas de retorno entre CDI + 4% e CDI + 5,5% nas cotas sênior.
FIDC NEWS
O .fidcnews é um veículo digital focado em notícias e análises sobre Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), com o propósito de tornar acessíveis os dados e tendências do mercado de crédito estruturado.
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