FIDCs se aproximam de 1 trilhão e mudam a hierarquia do crédito na Faria Lima
Fundos estruturados ganham espaço na originação e no financiamento de companhias, enquanto emissões de FIDCs chegam a R$ 53,1 bilhões no 1º semestre
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Fundos estruturados ganham espaço na originação e no financiamento de companhias, enquanto emissões de FIDCs chegam a R$ 53,1 bilhões no 1º semestre
Ler maisEm julgamento concluído em 07 de agosto de 2026, a 1ª Turma Ordinária da 3ª Câmara da 1ª Seção do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) cancelou, por maioria de votos, a cobrança de IRPJ, CSLL, PIS e Cofins que havia sido lançada contra uma empresa do setor financeiro sob a alegação de que sua operação de securitização seria, na prática, factoring.
Ler maisA fintech Kesh, especializada em antecipação salarial com devolução de juros em benefícios, anunciou uma captação de R$ 550 milhões estruturada em duas frentes complementares: aporte de equity e um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) próprio, veículo que vai lastrear e dar musculatura ao crédito concedido aos trabalhadores. A operação foi liderada pelo Grupo Leste, com participação da BR Angels e de sócios estratégicos da Across Capital.
Ler maisA poupança, historicamente a principal fonte de funding para o financiamento da construção civil no Brasil, perdeu R$ 30 bilhões apenas no primeiro semestre de 2026.
Ler maisA Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal em 6 de agosto de 2026, revelou que uma disputa tributária entre a Oi e o governo do Mato Grosso teria sido usada como porta de entrada para um esquema de corrupção que passou, segundo os investigadores, por dois FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) criados menos de dois meses antes de receberem os recursos.
Ler maisPor Luís Carlos Schneider. O mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) no Brasil vive seu momento de maior maturidade. Prestes a ultrapassar a marca histórica de R$ 1 trilhão em patrimônio líquido e com milhares de veículos ativos registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a indústria consolidou-se como o motor da liquidez do setor produtivo fora do afunilamento dos grandes bancos.
Ler maisO Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic para 14,00% ao ano em 5 de agosto, o quarto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual no ciclo iniciado neste ano. Para o mercado de FIDCs, fundos que hoje somam R$ 741 bilhões em patrimônio e já superam os fundos de ações em volume, a pergunta deixou de ser "como sobreviver a juros de dois dígitos" e passou a ser "como proteger o spread numa Selic que agora cai".
Ler maisDesde setembro de 2025, o mercado de Letra de Crédito Imobiliário passou por uma mudança estrutural que amplia o número de instituições autorizadas a emitir o papel. Para o investidor qualificado e para o gestor de crédito privado, o movimento é mais um sinal de que a fronteira entre bancos tradicionais e instituições financeiras não bancárias está cada vez mais estreita.
Ler maisFundos de Investimento em Direitos Creditórios consolidam espaço no financiamento rural em um cenário de juros elevados, seletividade bancária maior e reajuste do Plano Safra abaixo da inflação. O modelo, que transforma recebíveis em capital disponível, já é usado por empresas do setor para ganhar liquidez e reduzir a dependência das linhas tradicionais.
Ler maisA Assertiva e a Quick Soft, duas empresas de tecnologia que atendem o mercado de crédito estruturado, firmaram uma parceria para reduzir o risco de fraudes e as assimetrias de informação na originação de operações de FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), estrutura que compra recebíveis de empresas e os transforma em cotas negociadas por investidores.
Ler maisA Farmtech, sociedade de crédito direto voltada ao agronegócio, projeta multiplicar sua carteira ativa dos atuais R$ 6 bilhões para uma faixa entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões nos próximos cinco anos. A empresa também espera fechar 2026 com faturamento próximo de R$ 300 milhões, quase o dobro do resultado do exercício anterior.
Ler maisDe empresa de educação executiva a companhia de tecnologia, o G4 negocia com fundos internacionais um aporte estratégico de ao menos US$ 100 milhões. Para o cofundador Tallis Gomes, o objetivo do aporte não é só captar recursos, mas usar o mercado para validar o valor da companhia.
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