
Ratings viram critério de escolha entre FIDCs e mudam a disputa por investidores
Com R$ 30,6 bilhões captados no semestre, os FIDCs passam a disputar investidor também pela nota de crédito, e não só pela taxa.
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Com R$ 30,6 bilhões captados no semestre, os FIDCs passam a disputar investidor também pela nota de crédito, e não só pela taxa.

Com a terceira e maior emissão, a fintech consolida o FIDC como funding exclusivo da antecipação de recebíveis de pequenos negócios.

Levantamento da Assertiva mostra que 60,9% dos CNPJs observados têm mais de dez anos de atividade e revela presença de empresas de diferentes portes no crédito estruturado.

Com o patrimônio acima de R$ 1 trilhão, a indústria de FIDCs passa a ser testada pela qualidade das suas carteiras.

Wellhub repete a aposta e transforma o repasse de check-ins em lastro de crédito para academias.

Plataforma já opera carteira de recebíveis, coloca o cedente dentro da esteira, executa controles de lastro e NF-e antes da cessão e avança com motor de Duplicata Escritural, análise de crédito e novas integrações financeiras.

CMN fechou a porta dos FIDCs para disputas judiciais ainda em aberto. O mercado tenta ganhar tempo antes de 13 de outubro.

Com R$ 30,6 bilhões em captação no semestre, FIDCs passam a disputar investidores também por percepção de risco e qualidade de crédito.

Duplicata escritural chega ao mercado prometendo trocar o balanço do passado pelo dado do dia.

O mercado de crédito brasileiro continua avançando, mas em um ambiente que exige decisões cada vez mais precisas.

O crédito estruturado entrou em campo para cobrir o caixa do Tricolor.

Expansão das estruturas, amadurecimento regulatório e maior busca por financiamento fora do sistema bancário transformam os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios em um dos principais instrumentos da economia real.