CBA registra EBITDA recorde de R$ 705 milhões e lucro líquido de R$ 410 milhões no 2º trimestre de 2026
Maior resultado da história da Companhia reflete alta nos preços do alumínio, avanço nas vendas de produtos de maior valor agregado e maior eficiência operacional.

Destaques 2º trimestre/2026
- Volume de vendas de alumínio de 131 mil toneladas (+10% vs. 2T25)
- Preço médio do alumínio na LME (London Metal Exchange) de
US$ 3.571/tonelada (+ 46% vs. 2T25) - EBITDA ajustado de R$705 milhões (+273% vs. 2T25)
- Margem EBITDA ajustada de 27% (+18 p.p. vs. 2T25)
- Receita líquida de R$ 2,6 bilhões (+28% vs. 2T25)
- Receita líquida do negócio de alumínio de R$ 2,4 bilhões (+28% vs. 2T25)
- Lucro líquido de R$ 410 milhões (vs. prejuízo de R$ 73 milhões no 2T25)
- Alavancagem de 1,68x (vs. 2,71x no 1T26)
São Paulo, 04 de agosto de 2026 – A Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3) registrou o melhor desempenho financeiro de sua história no segundo trimestre de 2026. O EBITDA ajustado foi recorde: R$ 705 milhões, crescimento de 273% em relação ao 2T25 e 51% acima do trimestre anterior. O lucro líquido somou R$ 410 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 73 milhões registrado um ano antes e avançando 20% ante o primeiro trimestre de 2026. O resultado reflete a combinação de preços mais elevados do alumínio, crescimento dos volumes vendidos, evolução do mix comercial e maior eficiência operacional.
A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,6 bilhões no 2º trimestre de 2026, uma alta de 28% em relação ao mesmo período de 2025 e de 11% na comparação com o trimestre anterior, impulsionada pelo desempenho do alumínio primário. Já a receita líquida do negócio de alumínio alcançou R$ 2,4 bilhões, também com crescimento de 28% na comparação anual.
A produção de alumínio líquido atingiu 94 mil toneladas, recorde para um segundo trimestre. Ao mesmo tempo, o custo médio de produção foi reduzido para R$ 11.891 por tonelada, refletindo a normalização das operações da refinaria de alumina e a redução dos custos de insumos e energia.
A maior produção sustentou o crescimento das vendas, que totalizaram 131 mil toneladas no período, sendo 73 mil toneladas de alumínio primário, 31 mil toneladas de transformados e 27 mil toneladas de reciclagem. O mercado nacional respondeu por 87% das vendas no período, enquanto as exportações ampliaram sua participação de 9% no 2º trimestre de 2025 para 13% no mesmo período de 2026, refletindo oportunidades comerciais pontuais e a estratégia de otimização da alocação entre os mercados.
O cenário de mercado também contribuiu para o desempenho. Os preços do alumínio atingiram o maior patamar já registrado para um trimestre, a US$ 3.571 por tonelada na London Metal Exchange (LME). O movimento foi sustentado pelas restrições de oferta, pelos baixos níveis dos estoques globais e pelos impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre as cadeias de suprimentos.
Outro destaque do período foi a continuidade da redução da alavancagem financeira. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 2,8 bilhões, redução de 10% em relação a março de 2026. Como consequência, a alavancagem dos últimos doze meses caiu para 1,68x, ante 2,71x ao final do 1º trimestre de 2026.
Na agenda ESG, a CBA foi novamente selecionada para compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) e publicou o seu Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) no Registro Público de Emissões, conquistando o Selo Ouro. A Companhia também foi reconhecida entre as melhores empresas do setor na edição Melhores do ESG 2026, da revista EXAME, reforçando sua posição de referência global em alumínio de baixo carbono.
FIDC NEWS
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