Galapagos Capital expande portfólio de renda fixa com novos ETFs indexados à inflação de 3 e 10 anos constantes
Os novos ETFs, 03BK11 e o 10BK11, permitem exposição a NTN-Bs com prazo de vencimento constante; alocadores podem compor o risco e a curva de juros real com custo competitivo.

São Paulo, 3 de agosto de 2026 - A Galapagos Capital, companhia global de investimentos com mais de R$ 40 bilhões em ativos sob gestão, anuncia dois novos ETFs de renda fixa, o 03BK11 e o 10BK11, carteira compostas por títulos públicos indexados ao Tesouro IPCA+ (NTN-B), com prazos de vencimento constantes. O 03BK11 é o primeiro ETF com prazo de 3 anos de inflação constante disponível no mercado brasileiro. O 10BK11 oferece exposição de longo prazo ao vértice de 10 anos, o que consolida a vantagem do lançamento simultâneo, que é a possibilidade de modelagem do portfólio.
“Ao combinar os prazos de 3 e 10 anos, o investidor consegue ajustar o nível de duration e compor o risco da curva real de juros de forma personalizada e com facilidade operacional”, diz Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da Galapagos Capital. Os ETFs replicam índices de inflação constante desenvolvidos pela Teva Índices e ampliam a prateleira de produtos estratégicos da casa, voltados para a composição de carteira e diversificação de médio e longo prazo. A taxa de administração dos novos ETFs é de 0,19% ao ano, o que configura uma oferta competitiva dentro do segmento. “Ao estruturarmos esses produtos sob o mesmo provedor de índices, a Teva, blindamos o investidor de distorções metodológicas na hora de montar a alocação estratégica. A curva de juros real brasileira exige precisão técnica, e a combinação do 03BK11 e do 10BK11 entrega exatamente os instrumentos que o mercado demanda para fazer esse balanceamento com eficiência”, completa Stein. “Em um ambiente de juros reais atrativos, os ETFs permitem manter uma exposição estratégica sem sucessivas trocas de títulos, com agilidade para rebalanceamentos e ajustes táticos. A estrutura também reduz custos e complexidades operacionais, além de oferecer eficiência tributária, com IR de 15%, ausência de IOF e de come-cotas”, reforça o executivo. O executivo destaca que os novos produtos nascem a partir de um alinhamento direto com as necessidades de gestores de fortunas e alocadores. “Só lançamos ETFs a partir de demanda contratada. O 03BK11 e o 10BK11 são frutos de conversas profundas com grandes alocadores que precisavam de ferramentas dinâmicas para navegar no cenário de juros reais e inflação no Brasil”, conclui. A Galapagos segue ampliando sua atuação no mercado de ETFs, dividindo seu portfólio entre produtos desenvolvidos para composição de reserva de liquidez, como o POSB11 e o GLFT11, e ativos de alocação estratégica, como o 3PRE11, o GXUS11 e, agora, os novos 03BK11 e 10BK11. O 03BK11 e o 10BK11 chegam para complementar o escopo de renda fixa da casa. Previamente, foi lançado o 3PRE11, terceiro dessa classe de ativos, após o GLFT11 e o POSB11. No primeiro semestre de 2026, chegaram ao mercado o OROF11 e o PRAF11, atrelados a metais físicos. A jornada nesse segmento começou com o GBIT11, que acompanha o ETF de Bitcoin da 21Shares, e o GXUS11, que replica o Vanguard Total International Stock ETF (VXUS), com exposição a ações em diferentes países, excluindo os Estados Unidos. O patrimônio líquido total alcançado pela área está em mais de R$ 630 milhões. "Nosso objetivo é continuar oferecendo soluções relevantes para os investidores e consolidar a Galapagos Capital como uma referência em inovação no mercado brasileiro de ETFs, acompanhando a evolução dessa indústria no país", diz Stein.
“Ao combinar os prazos de 3 e 10 anos, o investidor consegue ajustar o nível de duration e compor o risco da curva real de juros de forma personalizada e com facilidade operacional”, diz Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da Galapagos Capital. Os ETFs replicam índices de inflação constante desenvolvidos pela Teva Índices e ampliam a prateleira de produtos estratégicos da casa, voltados para a composição de carteira e diversificação de médio e longo prazo. A taxa de administração dos novos ETFs é de 0,19% ao ano, o que configura uma oferta competitiva dentro do segmento. “Ao estruturarmos esses produtos sob o mesmo provedor de índices, a Teva, blindamos o investidor de distorções metodológicas na hora de montar a alocação estratégica. A curva de juros real brasileira exige precisão técnica, e a combinação do 03BK11 e do 10BK11 entrega exatamente os instrumentos que o mercado demanda para fazer esse balanceamento com eficiência”, completa Stein. “Em um ambiente de juros reais atrativos, os ETFs permitem manter uma exposição estratégica sem sucessivas trocas de títulos, com agilidade para rebalanceamentos e ajustes táticos. A estrutura também reduz custos e complexidades operacionais, além de oferecer eficiência tributária, com IR de 15%, ausência de IOF e de come-cotas”, reforça o executivo. O executivo destaca que os novos produtos nascem a partir de um alinhamento direto com as necessidades de gestores de fortunas e alocadores. “Só lançamos ETFs a partir de demanda contratada. O 03BK11 e o 10BK11 são frutos de conversas profundas com grandes alocadores que precisavam de ferramentas dinâmicas para navegar no cenário de juros reais e inflação no Brasil”, conclui. A Galapagos segue ampliando sua atuação no mercado de ETFs, dividindo seu portfólio entre produtos desenvolvidos para composição de reserva de liquidez, como o POSB11 e o GLFT11, e ativos de alocação estratégica, como o 3PRE11, o GXUS11 e, agora, os novos 03BK11 e 10BK11. O 03BK11 e o 10BK11 chegam para complementar o escopo de renda fixa da casa. Previamente, foi lançado o 3PRE11, terceiro dessa classe de ativos, após o GLFT11 e o POSB11. No primeiro semestre de 2026, chegaram ao mercado o OROF11 e o PRAF11, atrelados a metais físicos. A jornada nesse segmento começou com o GBIT11, que acompanha o ETF de Bitcoin da 21Shares, e o GXUS11, que replica o Vanguard Total International Stock ETF (VXUS), com exposição a ações em diferentes países, excluindo os Estados Unidos. O patrimônio líquido total alcançado pela área está em mais de R$ 630 milhões. "Nosso objetivo é continuar oferecendo soluções relevantes para os investidores e consolidar a Galapagos Capital como uma referência em inovação no mercado brasileiro de ETFs, acompanhando a evolução dessa indústria no país", diz Stein.
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